Acabo de analisar um estudo da Harvard Business Review sobre os principais casos de uso da IA Generativa e como eles estão evoluindo. As mudanças entre 2024 e 2025 revelam sobre nossa relação com essa tecnologia.
O que permanece no topo?
A “Terapia/companheirismo” subiu da 2ª posição em 2024 para o 1º lugar em 2025, enquanto “Geração de ideias” (líder em 2024) cai para o 6º lugar. Isso sugere uma transição importante: estamos buscando conexões mais profundas e suporte emocional na IA, além das aplicações puramente práticas.
Novos casos de uso emergentes:
“Organização da vida” (2º lugar em 2025)
“Encontrar propósito” (3º lugar em 2025)
Esses novos usos refletem uma busca por significado e equilíbrio, com a IA se tornando uma ferramenta de desenvolvimento pessoal e autoconhecimento.
Para os profissionais de tecnologia:
A “Geração de código” e “Melhoria de código” aparecem em 5º e 8º lugares respectivamente em 2025, mostrando que a IA continua sendo uma aliada para desenvolvedores.
Aprendizado e criatividade:
O “Aprendizado aprimorado” mantém-se relevante (4º lugar em ambos os anos), enquanto a “Criatividade” surge em 9º lugar em 2025, indicando o potencial da IA como catalisadora de inovação.
Vida mais saudável:
“Vida mais saudável” aparece em 10º lugar em 2025, sinalizando uma tendência de usar a IA para melhorar nosso bem-estar físico e mental.
O que mais me chama atenção é como estamos evoluindo de usos puramente funcionais para aplicações que tocam aspectos mais profundos da experiência pessoal. A IA está se tornando uma parceira na busca por significado, organização e propósito.
Fonte: Harvard Business Review/Filtered.com
